Arquivo da categoria ‘Publicado Na Imprensa’

Publicada em diário criação do Arquivo Nacional de Angola

Juan Peixoto em 19 de Fevereiro de 2010 @ 23:06

02-01-2010 16:01

Governo
Publicada em diário criação do Arquivo Nacional de Angola

Angop

Luanda - O Governo tornou pública, em Diário da República, a criação do Arquivo Nacional de Angola, para aderir as tendências mundiais das políticas arquivísticas e seguir as orientações do Conselho Internacional de Arquivos.

Inserto na primeira série do diário de 16 de Setembro último, que a Angop teve hoje (sábado) acesso, em Luanda, o Arquivo Nacional de Angola, abreviadamente ANA, é um instituto público dotado de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial.

O mesmo tem como objectivo principal coordenar a política arquivística nacional e supervisionar o funcionamento do Sistema Nacional de Arquivos.

Em Conselho de Ministros, o governo considera o “ANA” uma instituição de natureza cultural e de investigação científica no domínio da arquivística para a preservação da memoria nacional e de promoção de estudos na área das ciências sociais, e atribui a sua tutela ao Ministério da Cultura.

Ao “ANA” compete ainda a regulamentação do processo de eliminação e triagem de documentos produzidos pela administração central ou local e pelas empresas públicas e privadas, bem como salvaguardar e valorizar o património arquivístico nacional, enquanto fundamento da memória colectiva e individual, como fonte de pesquisa para fins administrativos e científicos.

Promover a investigação, o intercâmbio com instituições congéneres de outros países, acções de formação e valorização de recursos humanos no domínio da arquivística constam igualmente das atribuições do arquivo nacional, cujo estatuto orgânico já foi aprovado.

O mesmo possui um director geral, conselho directivo, conselho técnico-consultivo e conselho fiscal.

Fonte: www.portalangop.co.ao

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Reino Unido: robô substituirá humanos na Biblioteca Nacional

Juan Peixoto em 25 de Novembro de 2009 @ 22:21

Terça, 24 de novembro de 2009, 19h21

Reino Unido: robô subsituirá humanos na Biblioteca Nacional
A Biblioteca Nacional do Reino Unido irá remanejar parte de seu acervo em um novo prédio, onde a responsabilidade pelo armazenamento e coleta de sete milhões de itens passará de um bibliotecário a uma grua robótica.

O centro climatizado de 30 milhões de libras na cidade de Boston Spa, no norte da Inglaterra, irá abrigar o equivalente a 262 quilômetros de estantes, em um tipo de armazenamento de alta densidade que normalmente é usado mais por varejistas do que por livrarias.

O diretor de finanças e serviços corporativos da biblioteca, Steve Morris, afirmou que os livros serão armazenados em contêineres, que serão empilhados seguindo um algoritmo que calcula a demanda por certos títulos. “As gruas, na verdade, são a única parte da organização agora que saberão onde está o material”, disse Morris em entrevista à Reuters TV.

“Ao longo do tempo, com o material sendo acessado, o sistema irá lembrar quais livros são mais pesquisados e irá guardar esses livros na frente no prédio, para que sejam acessados mais facilmente”.

Já livros que são raramente procurados eventualmente ficarão no fundo do prédio. A nova tecnologia significa que apenas oito pessoas serão necessárias para acessar o acervo que será mantido no centro.

“Antigamente, andávamos pelos andares e buscávamos os livros nós mesmos, mas com isso, quando estiver tudo lá, tudo o que precisamos fazer é apertar um botão e ele vem até nós”, disse a bibliotecária Alison Stephenson.

Stephenson e seus colegas estão checando os livros que chegam de Londres antes de serem colocados nos contêineres e levados para dentro do prédio pelos robôs.

“Se você colocar um livro na caixa errada nesse prédio, então, com efeito, você nunca mais irá encontrá-lo”, disse Morris.

A construção do centro deve ser concluída até meados de 2011, complementando sua sede no bairro de St. Pacras, em Londres, onde os livros estarão disponíveis 48 horas após serem solicitados de Boston Spa.

Reuters

Fonte: www.terra.com.br

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Biblioteca Mundial da Google causa indignação na Feira de Frankfurt

Juan Peixoto em 18 de Outubro de 2009 @ 19:09

18/10/2009 - 13h38
Biblioteca Mundial da Google causa indignação na Feira de Frankfurt

Frankfurt, Alemanha - O projeto da Google, site de buscas mais poderoso da internet, de transformar milhões de livros em literatura eletrônica para serem consultados online, foi recebido com descontentamento na 61ª Feira Internacional do Livro de Frankfurt.

Roland Reuss, professor de Literatura da Universidade de Heidelberg (sudoeste da Alemanha), é um dos que denunciam o plano da Google de digitalizar vários livros esgotados ou difíceis de ser encontrados para oferecê-los na internet e obter lucros por meio da publicidade.

“Isso não tem sentido de A a Z, é lixo e propaganda histérica”, afirmou Reuss em um debate realizado sobre este assunto em Frankfurt, advertindo para o risco do aniquilamento da indústria editorial tradicional. “Vocês revolucionam o mercado (do livro), mas o custo será a destruição daqueles que produzem livros”, declarou.

Um executivo da Google na Grã-Bretanha, Santiago de la Mora, respondeu: “Resolvemos um dos grandes problemas mundiais: o fato de um livro que não se pode encontrar ser quase um livro morto”.

O projeto da biblioteca digital Google Books deparou-se nos Estados Unidos e na Europa com vários críticos, que temem uma violação dos direitos autorais.

No final de 2008, os autores e os editores norte-americanos concluíram com a Google um acordo sobre a exploração desses títulos disponibilizados online e sobre o pagamento pelos respectivos espaços publicitários. No entanto, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em nome dos direitos autorais, ordenou a revisão do projeto. A discussão continua na justiça em Nova York, onde se espera um veredicto para novembro.

O acordo de 2008 também é contestado pelos governos de França e Alemanha. As editoras europeias e os poderes públicos consideram que a Google violou as leis vigentes na União Europeia ao escanear sem autorização prévia 10 milhões de obras, algumas provenientes da Europa.

“Antes de qualquer utilização comercial de uma obra, é preciso pedir permissão”, afirmou Christian Sprang, advogado da Associação de Editoras e Livrarias Alemãs.

Ao ser consultado pela AFP sobre este debate, o comissário europeu encarregado do multilinguismo, Leonard Orban, disse que “é preciso garantir o acesso do público aos livros, se possível, gratuitamente, e também é preciso proteger os autores”.

Em Frankfurt, a Google confirmou o lançamento em 2010 na Europa de seu serviço Edições Google, que permitirá baixar livros inteiros pelo telefone celular ou em qualquer leitor digital.

Desde que a Amazon.com lançou o serviço Kindle, a perspectiva de um novo concorrente causa apreensão nas editoras, que temem uma forte queda das vendas de livros “clássicos”. Segundo as previsões do setor, os libros eletrônicos estarão entre os principais presentes de Natal.

Para as editoras, o Edições Google é mais ameaçador do que a Amazon. Qualquer aparelho eletrônico dotado de um navegador para a web –dos smartphones aos livros eletrônicos, passando pelos computadores, portáteis ou de mesa– poderá ter acesso ao catálogo do Edições Google.

Já a compra de obras que podem ser lidas nos livros eletrônicos Kindle só pode ser feita através do Kindle.

Segundo a Google, cerca de 500 mil obras estarão disponíveis a partir do primeiro semestre de 2010 na Europa.

Fonte: www.uol.com.br

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MEC reduz tipos de cursos técnicos de 2.800 para 185

Juan Peixoto em 23 de Abril de 2009 @ 23:08

23/04/2009 - 20h07
MEC reduz tipos de cursos técnicos de 2.800 para 185
Da Redação*
Em São Paulo
O MEC (Ministério da Educação) reduziu o número de cursos técnicos do país de 2.800 para 185. Os cursos podem ser encontrados no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos que será lançado nesta sexta-feira (24), pelo ministro Fernando Haddad.

O catálogo agrupa os cursos com base nas características científicas e tecnológicas de cada um, e unifica as denominações. De todos os cursos técnicos, 21 são de oferta exclusiva das Forças Armadas em suas escolas de formação.

“Nossa ideia é que o catálogo seja um guia de carreiras, imprescindível para a formação dos estudantes, a qualificação de professores e a gestão das instituições”, afirma Eliezer Pacheco, secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC.

Para Eliezer, o catálogo também cumpre função indutora, ao destacar novas ofertas em áreas tecnológicas, culturais, ambientais e produtivas, que permitem formação técnica junto com os arranjos produtivos locais.

Na elaboração do catálogo, especialistas de todo o país usaram informações contidas no antigo Cadastro Nacional dos Cursos Técnicos, alimentado pelos conselhos estaduais de educação e receberam sugestões de consulta pública.

O lançamento do catálogo está previsto para ocorrer durante a inauguração do campus de Itumbiara do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, nessa sexta.

* Com informações da Assessoria de Imprensa do MEC

Fonte: www.uol.com.br

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Lançamento do novo número da revista Acervo

Juan Peixoto em 17 de Janeiro de 2009 @ 23:28

Lançamento do novo número da revista Acervo

“É como se a mãe-pátria pretendesse vincar fundamente de sua presença atuante uma terra que logo depois terá de abandonar à sua sorte…”, diz Sérgio Buarque de Holanda sobre um tempo português e outro, em 1822, nitidamente brasileiro.
Para falar sobre a presença da Corte no Brasil, a revista Acervo, comemorativa do bicentenário, reuniu artigos dos professores Francisco Falcon, Lúcia Maria Bastos Pereira das Neves e Guilherme Pereira das Neves, Jurandir Malerba, Kirsten Schultz, Roberto Conduru, Paulo Mugayar Kühl, Karen Lisboa e Maria Elizabeth Brea.
A entrevistada é a professora Maria Beatriz Nizza da Silva e o perfil institucional coube ao Museu d. João, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os temas percorrem a historiografia da chegada da corte, as reações nos dois lados do Atlântico, a comitiva que aqui desembarcou, a crise do império, a escravidão, as representações na arte, a ópera, a escrita científica e a literária, a política joanina para as populações indígenas.
Assim, a proposta da revista foi a da diversidade de temas e abordagens, buscando atender ao que um dos autores, Francisco Falcon enuncia em seu artigo: que as celebrações dos 200 anos nos exige a todos uma “percepção razoavelmente crítica”, distinguindo história e memória e situando o lugar da comemoração.

Este número da revista Acervo ao preço de R$ 18,00 pode ser adquirida no Arquivo Nacional.
Informações: (21) 2179-1253

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