Arquivo de 13 de Janeiro de 2009

UFMG oferece 2º Curso a distância de Atualização em Normalização

Juan Peixoto em 13 de Janeiro de 2009 @ 23:22

UFMG oferece 2º Curso a distância de Atualização em Normalização

A Biblioteca Universitária e o Centro de Apoio à Educação a Distância (CAED) da UFMG promovem, a partir de 1º de fevereiro de 2009, o 2º Curso de Atualização em Normalização Bibliográfica , na modalidade a distância . A coordenação é de Júnia Lessa França, uma das autoras do Manual para Normalização de Publicações Técnico-científicas (Editora UFMG), obra de referência na área, já na 8ª edição.

O objetivo é atualizar bibliotecários, pesquisadores, estudantes e profissionais de editoração com relação às normas da ABNT para publicações. O curso, de extensão, com duração de 180 horas é ministrado ao longo de cinco meses (fevereiro a junho).

Segundo a coordenadora, a bibliotecária Júnia Lessa França, a iniciativa se repete devido aos bons resultados da primeira edição, que está em fase de conclusão. O curso é composto de 20 tópicos divididos em dois módulos, com exercícios para fixação de conceitos e de correção.

O curso é aberto à comunidade e vale certificado emitido pela Pró-Reitoria de Extensão e pela Biblioteca Universitária da UFMG. Serão oferecidas 150 vagas e o investimento é de R$ 930 a vista ou em seis parcelas de R$ 155.

Outras informações podem ser obtidas no site da FUNDEPou pelo telefone (31) 3409-4220.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até 27 de janeiro de 2009, no seguinte endereço: www.fundep.ufmg.br . Acesse>Cursos>Ciência da Informação.

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Google Earth coloca na internet obras-primas do Museu do Prado

Juan Peixoto em 13 de Janeiro de 2009 @ 20:08

Google Earth coloca na internet obras-primas do Museu do Prado
Publicada em 13/01/2009 às 18h27m

RIO - O Museu do Prado , em Madrid, deu início nesta terça-feira a um projeto inovador, em parceria com o Google, através do qual será possível contemplar 15 obras-primas da coleção da pinacoteca espanhola em altíssima resolução na internet. A iniciativa, batizada “Obras-primas do Prado no Google Earth”, permitirá que se percebam detalhes dos quadros que o olho humano não pode perceber.

A costura no lenço do quadro “As Meninas”, de Velázquez, detalhes escondidos no “Jardim das Delícias”, de Bosco, lágrimas quase imperceptíveis de São João em “A Descida da Cruz”, de Roger van der Weyden, ou a abelha que posa em uma flor em “As Três Graças”, de Rubens, se tornam visíveis. Outra das telas que pode ser vista em toda a sua dimensão é “O Imperador Carlos V, a cavalo, em Mühlberg”, de Tiziano.

Completam a lista das quatorze obras primas “A Crucificação” de Juan de Flandes; “O cavaleiro com a mão no peito”, de El Greco; “O sonho de Jacob”, de Ribera; “O 3 de maio”, de Goya; “A Anunciação”, de Fra Angelico; “O Cardeal”, de Rafael; “A Imaculada Concepção”, de Tiepolo; “Autorretrato”, de Durero, e “Artemisa”, de Rembrandt.

O trabalho começou a ser feito em maio do ano passado e se estendeu até dezembro. Ele consistiu em dividir as pinturas em pequenas partes, tirar fotografias em alta resolução dessas partes e montar um grande quebra-cabeças. No total, mais de 8.200 fotografias foram usadas. As imagens podem ser vistas clicando no prédio do Museu do Prado pelo Google Earth.

A seleção foi feita de modo a incluir obras consideradas imprescindíveis do ponto de vista didático e que representam as escolas presentes na coleção do museu, de acordo com o diretor do Prado, Miguel Zugaza.

Apesar das imagens não substituírem a experiência de se ver as obras ao vivo, “o nível de excelência do trabalho leva as obras a um nível universal e permite que se chegue a detalhes inalcançáveis a olho nu”, afirma Zugaza. O diretor do Prado defende ainda que não há melhor maneira de render tributo aos mestres da arte do que universalizar suas obras.

A precisão das imagens permite “observar até mesmo detalhes das restaurações, assim como experimentar um prazer extraordinário de contemplar cada um dos fragmentos de uma obra da complexidade de um ‘Jardim das Delícias’” diz Zugaza.

O projeto, único no mundo, como recorda Javier Rodríguez Zapatero, diretor do Google Espanha, “é um avanço a mais na democratização do acesso a informação e cultura, neste caso levando a arte a todo o mundo”.

A iniciativa não teve nenhum custo para o Museu e pode ser ampliada dependendo da acolhida que tiver. Ela permite que se vejam as imagens com uma precisão 1.400 vezes superior a que se teria com uma câmera digital de 10 megapixels.

Fonte: www.globo.com

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